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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Marcha Popular reune cerca de 20 mil pessoas nas ruas de São paulo

Cerca de 20 mil pessoas invadiram as ruas de São Paulo na tarde-noite da quarta feira 13/11.

A Macha foi organizada por movimentos sociais e Sindical. O ato foi  em defesa das reformais essenciais para o pais entre elas a Reforma Politica com uma constituinte exclusiva para o tema.

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Foi também uma resposta aos atos de discriminação ao povo nordestino. A macha percorreu áreas nobres de São Paulo e ao som de forro.


Luciana Genro 

A muito não se via um ato com tamanha participação de Movimentos Populares,Sindical e Partidos de Esquerda



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Entrada da Marcha a Alameda Jau.

FOTOS DA MARCHA 













































terça-feira, 11 de novembro de 2014

Conheça a Campanha do laço Branco

Campanha do Laço Branco - Homens pelo fim da violência contra a mulher 


Essa campanha tem o objetivo de sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher. Suas atividades são desenvolvidas em consonância com as ações dos movimentos organizados de mulheres e de outras representações sociais que buscam promover a equidade de gênero , através de ações em saúde, educação, trabalho, ação social, justiça, segurança pública e direitos humanos. 

Como tudo começou? 
No dia 6 de dezembro de 1989, um rapaz de 25 anos (Marc Lepine) invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica, na cidade de Monteral, Canadá. Ele ordenou que os homens (aproximadamente 48) se retirassem da sala, permanecendo somente as mulheres. Gritando: “você são todas feministas!?”, esse homem começou a atirar enfurecidamente e assassinou 14 mulheres, à queima roupa. Em seguida, suicidou-se. O rapaz deixou uma carta na qual afirmava que havia feito aquilo porque não suportava a idéia de ver mulheres estudando engenharia, um curso tradicionalmente dirigido ao público masculino. 

O crime mobilizou a opinião pública de todo o país, gerando amplo debate sobre as desigualdades entre homens e mulheres e a violência gerada por esse desequilíbrio social. Assim, um grupo de homens do Canadá decidiu se organizar para dizer que existem homens que cometem a violência contra a mulher, mas existem também aqueles que repudiam essa atitude. Eles elegeram o laço branco como símbolo e adotaram como lema: jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência. 

Lançaram, assim, a primeira Campanha do Laço Branco (White Ribbon Campaign): homens pelo fim da violência contra a mulher. Durante o primeiro ano da Campanha, foram distribuídos cerca de 100.000 laços entre os homens canadenses, principalmente entre os dias 25 de novembro e 6 de dezembro, semana que concentra um conjunto de ações e manifestações públicas em favor dos direitos das mulheres e pelo fim da violência. O dia 25 de novembro foi proclamado pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM), órgão das Nações Unidas, como Dia Internacional de Erradicação da Violência contra a Mulher. O dia 6 de dezembro foi escolhido para que a morte daquelas mulheres (e o machismo que a gerou) não fosse esquecida. 

Trabalhando junto a diversos órgãos das Nações Unidas, particularmente o UNIFEM, e em parceria com organizações de mulheres, esta Campanha também foi implementada em diferentes países, ao longo das duas últimas décadas: na Ásia (Índia, Japão e Vietnã), Europa (Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Alemanha, Inglaterra e Portugal), África (Namíbia, Quênia, África do Sul e Marrocos), Oriente Médio (Israel), Austrália e Estados Unidos. 

No Brasil, algumas iniciativas começaram a ser delineadas em 1999. Com objetivo de ampliar cada vez mais a rede, em 2001 foi realizado o lançamento oficial da campanha, promovendo diferentes atividades, entre elas: distribuição de laços brancos, camisetas e folhetos informativos, realização de eventos públicos, caminhadas, debates, oficinas temáticas, entrevistas para jornais e revistas, coleta de assinaturas e termos de adesão à campanha etc. Essas atividades foram desenvolvidas em parceria com diferentes instituições, particularmente organizações do Movimento de Mulheres. 

Conheça o site da campanha: www.lacobranco.org.br

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

45 anos do covarde assassinato de Carlos Marighella



Um sujeito que viveu a repressão dos regimes autoritários. Essa poderia ser a primeira impressão constatada ao visualizarmos a trajetória do baiano Carlos Marighella. Nascido em 1911, na cidade de Salvador, esse famoso militante político teve a oportunidade de vivenciar o autoritarismo do Estado Novo (1937-1945) e, décadas mais tarde, assistir ao golpe que instalou a ditadura militar no Brasil no ano de 1964.

Sua trajetória política aconteceu nos primeiros anos do governo provisório de Getúlio Vargas, quando participou de algumas manifestações que exigiam a reorganização do cenário político nacional com a elaboração de uma nova Carta Constituinte. Durante os protestos acabou sendo preso pelas autoridades e, com isso, começou a enxergar com importância maior a sua atuação política mediante os problemas sociais e econômicos vividos naquele período.

No ano de 1936, decidiu abandonar seus estudos de Engenharia Civil e se filiou ao Partido Comunista Brasileiro (PCB), que na época era dirigido por figuras históricas como Astrojildo Pereira e Luís Carlos Prestes. Sua chegada ao partido se deu em uma época bastante complicada, pois, um ano antes, os dirigentes comunistas haviam tentado derrubar Getúlio Vargas com a deflagração da Intentona Comunista. Mais uma vez, Marighella fora alvo das forças repressoras do Estado.

Já na primeira detenção conheceu os métodos escusos com que as forças policiais da época agiam contra os inimigos do regime. Carlos foi brutalmente espancado e sofreu várias torturas ao longo de um mês. Saindo da cadeia um ano depois, prosseguiu em sua luta política buscando aumentar os militantes do ideário comunista. Em 1939, foi mais uma vez preso e torturado, sofreu novas sessões de tortura para que delatasse as atividades de seu partido.

Somente com a queda do Estado Novo, em 1945, Carlos Marighella saiu da prisão para viver uma nova fase de sua luta política. Naquele ano, venceu as eleições como um dos mais bem votados deputados federais da época. No entanto, seguindo instruções políticas do governo norte-americano, o governo Dutra realizou a cassação de todos os políticos que estivessem filiados a partidos de inspiração comunista.

Dessa forma, impedido de atuar pelos meios legais, Marighella continuou a buscar apoio político entre trabalhadores e estudantes. No ano de 1959, o triunfo da Revolução Cubana e a falta de uma ação transformadora pelo PCB levaram o apaixonado idealista a questionar sobre a possibilidade de uma revolução popular armada capaz de transformar o cenário político nacional. Com o estouro da Ditadura Militar, foi mais uma vez perseguido pelas forças policias.

Já no primeiro ano da ditadura, entrou em confronto direto com o regime ao trocar tiros com a polícia e bradar a favor do comunismo. Novamente encarcerado, aproveitou o tempo de reclusão para produzir “Por que resisti à prisão”, obra onde explicava a necessidade de se organizar um movimento armado em oposição aos sombrios tempos da repressão.

No ano de 1967, mais uma vez liberto, resolveu romper com o marasmo dos comunistas para formar com outros companheiros dissidentes a Ação Libertadora Nacional. Essa organização clandestina teria como principal objetivo treinar grupos guerrilheiros com o objetivo de formar um expressivo movimento armado urbano. Após treinar os guerrilheiros na zona rural, o segundo objetivo era arrecadar meio milhão de dólares com a realização de uma série de assaltos a banco na cidade de São Paulo.

Na primeira ação, conseguiu pilhar 10 mil dólares de uma instituição bancária da época. Contudo, a penosa missão de manter esse grupo sob a onipresente repressão militar foi se tornando cada vez mais difícil, principalmente, pela falta de preparo de seus comandados. No ano de 1968, um militante capturado por policias confirmou Carlos Marighella com um dos articuladores daquela onda de assaltos.

Logo de imediato, os meios de comunicação subservientes aos interesses do regime militar distorceram toda a trajetória de lutas de Marighella, descrevendo-o como um “líder terrorista”. No final de 1968, o cerco em torno de Carlos piorou com a publicação do AI-5. No ano seguinte, o seqüestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick reforçou a perseguição sobre todos aqueles que representassem uma ameaça à ordem imposta.

No dia 4 de novembro de 1969, em uma ação planejada pela Delegacia de Ordem Política e Social, Carlos Marighella foi morto na cidade de São Paulo, aos 57 anos de idade. Sua morte representou um dos mais incisivos golpes contra os setores radicas da esquerda nacional e contribuiu para que a Ditadura Militar alcançasse sua própria estabilidade. Somente com a crise do regime, no final da década de 1970, a imagem desse ativista foi redimida como um dos símbolos contra a repressão política no Brasil.


Por Rainer Sousa
Graduado em História



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A luta agora é para a moralização do Sistema Politico Brasileiro


Me empenhei muito nestas eleições na minha comunidade, Conj Hab Silvina, na empresa que trabalho, entre parentes e amigos!
O que estava em jogo era um projeto que tem mudado a cara deste pais que sempre foi a cara da desigualdade, injustiça. Um pais que desde o seu descobrimento vem sendo explorado por uma elite que busca ser enriquecimento na exploração das massas. 
Tivemos no passado a exploração da mão de obraescrava que ao longo de anos produziram riquezas e com a abolição da escravatura que ao contrario do que muitos pensam não foi fruto da bondade da Princesa Isabel, mas sim fruto de muita luta e resistência e que por uma forte pressão internacional a Princesa Isabel se viu obrigada a assinar a Lei Áurea que apenas deu liberdade aos escravos mas o jogaram a margem da sociedade.
E a margem da sociedade grande parte da população permaneceu ate a eleição do Presidente Lula do Partido dos Trabalhadores,que deu uma nova cara pra este pais!
A nova cara do Brasil é a cara da esperança, da igualdade, da Justiça. Onde o filho da empregada também pode ser Doutor, onde se aqui no sul e sudeste se come o povo do Nordeste também tem comida nos seus pratos.
Foi por isto que me empenhei nestas eleições, para que o abismos que sempre existiu entre o pobre e o rico neste pais que hoje esta bem menor não voltasse a crescer!
Agora a luta é contra a Corrupção!
A luta agora é para a moralização do Sistema Politico Brasileiro que esta doente o câncer da corrupção tem avançado no corpo politico e governamental do pais.
E contra isto cabe ao povo Brasileiro lutar cabe a Petistas e Psdebista, cabe ao povo do Nordeste, Sul,Norte,Centro-Oeste,Sudeste lutamos com todas as nossas força para fazer deste pais um pais livre de câncer chamado corrupção.
Sei que sou um pingo D'agua no oceano mais estarei lutando com todas as minhas força por isto!
Faça a sua parte no seu bairro, escola, trabalho, igreja, partido Levante esta Bandeira pela MORALIZAÇÃO DO SISTEMA POLITICO BRASILEIRO
Manoel Domingos

domingo, 21 de setembro de 2014

Petrobrás hoje vale 375% a mais que em 2003

Dilma  tem que matar um leão por hora

Por Emanuel Cancella*

 A Petrobrás valia R$ 15,4 bilhões em 2003. Hoje vale R$ 214 bilhões. Ou seja, houve uma valorização da empresa de 375% com Lula e Dilma, nos governos comandados pelo PT. Mas por que essa informação é escondida?

A Petrobrás financia 75% das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ou seja, está por trás da maior parte das obras em andamento no país. No entanto está sendo lembrada apenas por uma CPMI casuística.

A imprensa grande força a barra é tenta criar o escândalo “Mensalão 2”, às portas da eleição, omitindo o fato de que o pivô da corrupção, o ex-diretor Paulo Roberto Costa, foi alçado a direção da empresa no governo Fernando Henrique Cardoso.

A Petrobrás retomou a construção de refinarias nos governos do PT, depois de mais de 40 anos de estagnação do parque de refino. Hoje existem quatro refinariais em construção. No entanto a mídia só faz referência ao superfaturamento das obras.

Lula desengavetou o  pré-sal, depois de 30 anos e deu andamento ao desenvolvimento de tecnologia inédita no mundo, descobrindo as reservas do pré-sal e colocando a companhia entre as maiores petroleiras no planeta. No entanto, a mesma oposição que colocava em xeque a veracidade do pré-sal,  diante dos 500 mil barris já em produção, agora questiona o fato da Petrobrás ser a operadora única dos campos, querendo entregar o filé a petrolíferas estrangeiras.

A Petrobrás serve ao Brasil há 63 anos. Com o  Comperj, em Itaboraí, Lula-Dilma buscam retomar a indústria petroquímica, o setor mais lucrativo da indústria de petróleo, que foi destruído no período FHC.

O governo brasileiro é o que mais constrói parques eólicos e hidrelétricas no mundo, mas quando noticia a construção de parque eólicos, a mídia foca apenas no que ainda não foi feito, na ausência de redes de transmissões. 

A polêmica transposição do Rio São Francisco, projetada há mais um século, saiu do papel nos governo do PT. Mas a mídia só enfoca os aspectos negativos, como a greve de fome do bispo católico.

Nos números da economia, é necessário reconhecer o esforço hercúleo e o talento de alguns jornalistas na distorção dos resultados. Mesmo não concordando com a manobra, reconheço que são dignos de prêmio. Quem sabe além do prêmio Esso de Jornalismo, poderia ser criado o Prêmio 171 no jornalismo?

Um campeão tem que matar um leão por dia, diz o dito popular. Mas a presidenta Dilma, para ganhar as eleições, vai ter que matar um leão por hora.

* Emanuel Cancella é seecretário-geral do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e coordenador da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).



terça-feira, 12 de agosto de 2014

Balanço dos governos Lula e Dilma

TEXTO 1 - DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
O Brasil hoje
Nos últimos anos, o Brasil tem vivido a concretização de um projeto de desenvolvimento, com promoção da justiça social, fortalecimento da democracia e presença soberana no mundo.
Um desenvolvimento inclusivo e sustentável, que articula as dimensões social, econômica, cultural, ambiental e ética, a partir do fortalecimento do Estado e da democracia, que se apoia no equilíbrio macroeconômico e no crescimento, e tem promovido a distribuição de renda, visando à superação da histórica desigualdade social, ainda expressiva no Brasil.
Balizas que, nos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma, orientaram a concepção e implementação de políticas fundamentais para o desenvolvimento do País e que contribuíram para a redução das desigualdades regionais, como a produção de energia; infraestrutura; políticas agrária e agrícola, com ênfase na produção de alimentos; políticas de proteção ambiental e de produção sustentável; políticas industrial, naval e aeroespacial; políticas de segurança pública; o conjunto das políticas de proteção e desenvolvimento social; ampliação do direito à educação e novos padrões de produção de conhecimento e cultura.
São políticas públicas articuladas, de longo prazo, com solidez e continuidade, conformando parte do patrimônio político do Brasil.
Elaboradas a partir de princípios e conceitos que se pretendem tornar permanentes, como políticas de Estado, que possam constituir patamares de referência ao diálogo entre governantes e sociedade, estas políticas têm sido construídas nas discussões criativas e críticas com participação social, nas mais de 100 conferências realizadas nas esferas nacional, estadual e municipal e nos conselhos temáticos. Espaços institucionais, nos quais as mais diversas representações de interesses e opiniões são acolhidas e fomentam o debate e a pactuação de indicativos para os processos de tomada de decisões e o diálogo com o Congresso Nacional, com os governos estaduais e municipais.
O Brasil tem sido capaz de assegurar a estabilidade macroeconômica, a recuperação do crescimento e o controle inflacionário, com ampliação das taxas de investimento, tanto no setor público quanto privado. Houve investimentos em política industrial e agrícola; investimentos em infraestrutura econômica e social; investimentos em atividades intensivas em recursos naturais e a formação de um mercado interno de massas. A formalização nas relações de trabalho cresceu, o desemprego caiu e se encontra, hoje, em suas menores taxas históricas. A política de valorização do salário mínimo fez com que os salários tivessem expressivos aumentos, particularmente os dos trabalhadores e trabalhadoras de baixa renda. Os investimentos sociais têm assegurado e/ou ampliado direitos e contribuído para a superação das desigualdades sociais, culturais, étnicas e entre homens e mulheres.
Os governos do presidente Lula e da presidenta Dilma conduziram uma política de desenvolvimento social voltada à inclusão, à garantia de emprego e renda, ao acesso às políticas públicas e à universalização dos direitos, que possibilitou que  milhares de brasileiros e brasileiras saíssem da miséria. As brasileiras e os brasileiros beneficiários dos programas sociais têm tido oportunidades de trabalho e renda, acesso a cursos profissionalizantes e de elevação de escolaridade. A distribuição de renda tem sido efetiva e significativa.
Outra importante conquista para o Brasil é o planejamento integrado das políticas públicas do governo federal e o empenho no processo de planejamento destas políticas entre a União e os governos estaduais e municipais. Exemplo disso tem sido o processo de planejamento do desenvolvimento brasileiro pelo poder público, que introduziu a participação social e a perspectiva de integração na elaboração do Plano Plurianual – PPA.
O Plano Plurianual em escala federal tem sido produzido como um Plano Nacional, que visa se constituir em instrumento de planejamento estratégico do Estado brasileiro, estabelecendo metas que dialogam, por meio de avaliações, com as metas estabelecidas anteriormente.
O Plano Plurianual constitui-se em referência para os investimentos públicos e privados do País e para a elaboração dos PPAs Estaduais e Municipais, de acordo com as determinações constitucionais.
O governo federal elaborou, para esse fim, uma ousada ação de capacitação dos gestores e gestoras públicos em vários municípios do País, tendo como base o desenvolvimento das políticas no território, com suas características específicas, a articulação entre as políticas e a ampla participação da sociedade. Trata-se de articular o PPA Federal com os PPAs Municipais, de sorte a desenvolver uma cultura de planejamento estratégico e torná-la, de fato, uma questão nacional.
O Brasil antes
Antes dos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma, a situação no Brasil não era essa. Os governos de Collor e FHC dirigiram o País a partir das referências do programa neoliberal, cujas características são expressas em:
  • ajuste fiscal, beneficiando o mercado financeiro e provocando a concentração de renda, o aumento do desemprego e da pobreza;
  • subordinação aos interesses norte-americanos na política externa, consubstanciada, por exemplo, na discussão sobre a ALCA (Área de Livre Comércio das Américas);
  • “Estado Mínimo”, com a redução de direitos (diminuição do acesso e da qualidade dos serviços públicos) e de investimentos em políticas sociais e em infraestrutura do País e privatização das empresas estatais;
  • criminalização e desmoralização dos movimentos sociais;
  • redução das responsabilidades do Estado, transferindo suas funções para outras instituições;
  • interdição do debate sobre o desenvolvimento.
O PT se posicionou publicamente contra essas medidas e apresentou outro projeto ao Brasil. Apoiando-se nas suas históricas bandeiras de lutas e nas conquistas inscritas na Constituição de 1988, defendeu as instituições públicas, o patrimônio do País, a prevalência da justiça social sobre a lógica do mercado e o fortalecimento dos movimentos sociais.
Atualmente, com a ampliação das oportunidades à sociedade, os brasileiros e brasileiras, especialmente os jovens, voltaram a sonhar com um futuro de acesso ao conhecimento, ao trabalho, aos direitos sociais.
Hoje, a maioria da sociedade sabe que tem o direito de querer mais. Direito que somente poderá ser realizado mediante a permanência e consolidação do projeto de desenvolvimento implementado pelos governos do presidente Lula e da presidenta Dilma.
Afinal de contas, como diz a presidenta Dilma, o fim da miséria é apenas o começo.

domingo, 22 de junho de 2014

16º Caminhada da Paz mutidão sai as ruas do Silvina em memoria ao Padre Léo Commissari



Padre Leo Commissari nasceu em Bubano - Itália, em 19 de abril de 1942. Descendente de família religiosa viveu a infância numa situação de pobreza devido a Guerra e o Pós-Guerra. Ordenou-se sacerdote em 1976. Tendo como exemplo o irmão missionário na China Filippo Commissari. Chegou ao Brasil em 1970 em Itapetinga - Bahia, onde viveu 7 anos. Voltando à Itália quis envolver o Bispo num projeto de missão diocesana que envolvesse padres, irmãs e leigos. O sonho se realizou em 1980 quando os Bispos de Ímola e Santo André decidiram um intercâmbio de padres e irmãs "Projeto Igrejas Irmãs". Desde o começo o grupo então formado de 3 padres e 5 irmãs de diferentes congregações da Diocese de Ìmola, escolheram trabalhar na periferia de São Bernardo do Campo. Padre Leo Commissari escolheu viver em favela para sentir na pele o sofrimento do povo, mas lutou a vida inteira para resgatar os pobres do esquecimento em que a sociedade os deixa. O Centro de Formação Profissional foi pensado e fundado pelo Padre Leo Commissari e que, depois de sua morte, foi a ele dedicado, passando a se chamar Centro de Formação Profissional Padre Leo Commissari (Padre Leo Commissari) foi assassinado no dia 21 de junho de 1998, vitima da violência urbana, quando voltava ao seu barraco na favela ao lado do Centro de formação Profissional.




Fonte http://www.padreleo.org.br/index.php/fundador

Veja as Fotos da 16º Caminhada da Paz